Der Vertrag von Aachen als Werkzeugkasten für deutsch-französische Akteure und europäische Partner

Am Vorabend der Unterschrift des Vertrags von Aachen durch Bundeskanzlerin Angela Merkel und Präsident Emmanuel Macron diskutierten die stellvertretende Gouverneurin der Banque de France und ehemalige Verteidigungsministerin Sylvie Goulard, der französische Abgeordnete Christophe Arend, die Bundestagsabgeordnete Ursula Groden-Kranich sowie der FAZ-Korrespondent Christian Schubert die neuen Impulse des Vertrags für die deutsch-französischen Beziehungen und die Europäische Union.

Einen besonderen Fokus legten Christoph Arend und Ursula Groden-Kranich auf das parallel entstehende neue deutsch-französische Parlamentsabkommen, das eine „parlamentarische Versammlung" vorsieht und jeweils 50 Abgeordnete des Bundestags und der französischen Nationalversammlung zweimal im Jahr zusammenbringen wird. Die deutsche Bundestagsabgeordnete Groden-Kranich betonte, dass zum ersten Mal in der europäischen Geschichte Parlamente an der aktiven Gestaltung eines Vertrags zwischen zwei Ländern teilgenommen haben und sie die Arbeit in der Arbeitsgruppe zum Parlamentsabkommen als sehr bereichernd empfunden habe. Denn es ging nicht nur darum, über den politischen Tellerrand zu schauen, sondern auch die länderspezifischen Besonderheiten der politischen Systeme zu verstehen und zu nutzen. Christophe Arend verwies darauf, dass den Parlamentariern als Bürgervertretern beider Länder eine besondere Rolle in den deutsch-französischen Beziehungen zukommt und sie durch das neue Abkommen nun die Möglichkeit haben, die Anliegen der Bürger gerade, aber nicht nur, in den Grenzregionen voranzubringen.

Der Aachener Vertrag, so waren sich alle Referenten einig, sei dabei jedoch nicht exklusiv, sondern sollte auch von den europäischen Partnern als Angebot gesehen werden, stärker in den zukunftsweisenden Bereichen zusammenzuarbeiten. Christophe Arend zeichnete das Bild eines Werkzeugkastens, an dem sich die verschiedenen deutsch-französischen Akteure nun bedienen können. Nicht immer würden dadurch Kathedralen entstehen, aber als Bürgervertreter sähe er es als seine Aufgabe, die Bausteine in die richtige Form zu gießen. Der FAZ-Korrespondent Christian Schubert verwies insbesondere auf das große Potential, das sich im Wirtschaftsbereich ergibt. Es sei nun jedoch auch wichtig, dass neu angedachte deutsch-französische Institutionen nicht als Papiertiger enden. Die neuen Herausforderungen der Europäischen Union standen im Zentrum der Wortbeiträge von Sylvie Goulard. Sie erhielt von den rund 200 Gästen mehrmals Zustimmung durch starken Applaus. Sie plädierte, gerade im Hinblick auf Frankreich, auf eine stärkere Einbeziehung der Europaparlamentarier. Diese könnten die nationalen Vertreter bei der gemeinsamen Umsetzung der EU-Richtlinien, die das Parlamentsabkommen als zentrales Aktionsfeld vorsieht, noch stärker unterstützen. Für Europa sei ein neues Zeitalter angebrochen, in dem es vor allen Dingen darum geht, sich stark als Union gegenüber Dritten zu positionieren und zu handeln. Der Aachener Vertrag könnte als Sprungbrett für diese neuen Herausforderungen genutzt werden.

Die Veranstaltung fand in Kooperation mit dem langjährigen Partner Maison Heinrich Heine statt und wurde von Prof. em. Dr. Hénri Ménudier moderiert.

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Konrad Adenauer Stiftung - 22/01/2019

Mise en ligne le 01/02/2019

Novo tratado de Aix-en-Chapelle gera onda de notícias falsas em França

O tratado que a França e a Alemanha assinam esta terça-feira na cidade alemã de Aachen, junto à fronteira dos dois países, está a gerar uma onda de notícias falsas no lado francês.

Marine Le Pen afirmou nas redes sociais que o novo tratado menciona a partilha do lugar da França no Conselho de Segurança da ONU com a Alemanha e o regresso da Alsácia ao domínio alemão, tendo sido já desmentida pelas autoridades francesas.

O novo tratado de Aix-en-Chapelle que será assinado esta terça-feira pelo Presidente Emmanuel Macron e Angela Merkel e que está a gerar uma onda de notícias falsas em França, com Marine Le Pen e outros líderes da extrema-direita a afirmarem nas redes sociais medidas que não constam no documento já divulgado pelos respetivos ministérios dos Negócios Estrangeiros.

Num vídeo divulgado na rede social Twitter, Marine Le Pen acusa Emmanuel Macron de "traição". "Com esta disposição [que a França cederá o lugar à Alemanha] no Tratado de Aix-en-Chapelle, o Presidente francês decide retirar a França do nível das grandes potências para a transformar num país de segunda classe", defendeu a líder de extrema-direita num vídeo que já conta com mais de 150 mil visualizações.

O Eliseu, em comunicado enviado à Agência France Presse, desmentiu as acusações da extrema-direita, afirmando que a entrada da Alemanha para o Conselho de Segurança é uma prioridade, mas não haverá qualquer partilha do lugar. "Paris é favorável à entrada da Alemanha como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, mas a França não vai abandonar este órgão nem partilhar o seu assento", reforçou o gabinete do Presidente.

"Como é hábito, são pessoas que jogam com a ignorância dos outros e querem suscitar o medo. Sempre que utilizamos o medo das pessoas desta maneira, é algo que nem vale a pena tentar justificar. O que estamos a fazer é explicar o que é este Tratado e o que queremos, acima de tudo, é melhorar as relações entre os dois países", disse Christophe Arend, deputado do partido Republique en Marche e membro do grupo de amizade França-Alemanha na Assembleia francesa, em declarações à agência Lusa.

Christophe Arend esteve juntamente com outros especialistas nas relações franco-alemães numa conferência esta segunda-feira na Casa Heinrich Heine na Cidade Internacional Universitária de Paris, em conjunto com a Fundação Konrad Adenauer, para explicar este novo Tratado de Aix-en-Chappelle que vem reforçar o já existente Tratado do Eliseu que rege as relações entre os dois países desde 1963. Henri Ménudier, professor honorário da Universidade Paris 3, que conduziu o debate começou por também desmentir as afirmações de Le Pen à audiência, dizendo: "Isto é algo que está completamente fora de questão".

Juntamente com a deputada alemã Ursula Groden-Kranich, Christophe Arend explicou que paralelamente ao novo tratado intergovernamental que abrange disposições sobre assuntos europeus, paz, cultura, cooperação regional, ecologia e defesa, o Bundestag e a Assembleia Nacional vão criar através de um acordo interparlamentar uma câmara franco-alemã com 50 deputados de cada país para acompanhar a evolução e implementação de todas as disposições assinadas em Aix-en-Chapelle.

"Esta nova organização vai dar seguimento aos tratados entre a França e a Alemanha. Vamos trabalhar em posições comuns nos nossos interesses europeus e internacionais e acompanhar também a transposição das diretivas europeias nos dois países para termos um resultado homogéneo", afirmou o deputado.

Também presente no encontro, Sylvie Goulard, ex-ministra da Defesa e vice-governadora do Banco de França, lembrou que aprendeu o alemão desde nova devido à influência do Tratado do Eliseu e que isso lhe abriu uma nova cultura.

"O Tratado do Eliseu tirou-me de um determinismo mediterrâneo, já que cresci em Marselha. Há uma dimensão cultural em tudo isto e a possibilidade de mostrar aos dois lados uma nova cultura e uma nova forma de ver o Mundo", afirmou a também ex-deputada europeia, acrescentando que "não há outra parte do Mundo onde se tenha chegado ao nível de cooperação que existe entre a França e a Alemanha".

Já Henri Ménudier foi crítico em relação ao novo texto, especialmente nos detalhes das suas disposições. "Acho que o que está aqui é muito geral, não vejo grandes inovações. Vejo que há, por exemplo, uma nova disposição para um fundo cidadão para a geminação de cidades, mas não um valor certo. Eu, que já passei por várias celebrações do Tratado do Eliseu, desconfio das belas declarações. Espero que este seja mesmo um novo começo", disse o académico.

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Diario de Noticias - 21/01/2019

Mise en ligne le 01/02/2019

Des échanges entre les Gilets jaunes et le député

Lundi matin, cinq Gilets jaunes ont rencontré le député Christophe Arend. Cette petite délégation représentait le groupe de manifestants qui se réunit les samedis au rond-point voisin de l’hôtel Mercure. « Nous sommes des anciens mineurs, des artisans… On est devenu une petite famille », indique Denis, de Cocheren.

Une trentaine de revendications 

Avec quatre autres Gilets jaunes, Denis s’est donc rendu à la permanence du député, rue Bauer, après avoir sollicité un rendez-vous la semaine dernière. « Dans l’ensemble, on s’est compris, Christophe Arend était tout à fait ouvert à la discussion. On lui a remis une trentaine de revendications écrites, parmi lesquelles l’augmentation des salaires les plus bas, l’arrêt du matraquage des classes moyennes, la mise en place du référendum d’initiative citoyenne ou encore l’abandon des 80 km/h. Le député nous a incités à organiser une réunion dans le cadre du grand débat national », explique Denis.

Ce n’est pas le premier groupe de Gilets jaunes que Christophe Arend reçoit. « C’est la cinquième ou sixième rencontre », précise le député. « J’ai écouté leurs demandes et je transmettrai leurs idées pour alimenter le débat national. Ces Gilets jaunes ont envie de faire progresser le territoire, et on se rejoint là-dessus », conclut-il.

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Le Républicain lorrain - 22/01/2019

Mise en ligne le 01/02/2019

Le traité d'Aix-la-Chapelle marque un renouveau historique des relations franco-allemandes pour le député Arend

Emmanuel Macron et Angela Merkel vont signer ce mardi un nouveau traité bilatéral à Aix-la-Chapelle, 56 ans après le traité de l'Elysée. Ce texte met en place de nouvelles dispositions pour la coopération entre les deux pays. Un accord important, selon le député LREM de Forbach Christophe Arend.

l est présenté comme le nouveau traité de l'Elysée. 56 ans après ce dernier, la France et l'Allemagne vont adopter, ce mardi, un nouveau traité bilatéral, il sera signé par le président Macron et la chancelière Merkel à Aix-la-Chapelle. Organisé en 5 chapitres, il représente une "caisse à outils" pour tous les citoyens qui ont des projets impliquant les deux pays.

"Je vois d'ici déjà les esprits chagrins dire qu'il n'y a pas d'élément concret, explique le député LREM de Forbach, Christophe Arend, qui sera à Aix-la-Chapelle pour la signature du traité. Je vous dirais heureusement qu'il n'y a pas d'élément concret parce que ça nous évite d'exclure quoi que ce soit."

Déjà critiqué

Concrètement, cet accord prévoit de faciliter l'émergence de projets de coopération, notamment au niveau des collectivités frontalières, comme par exemple l'eurodistrict SaarMoselle. Christophe Arend cite ainsi l'exemple de l'offre de soins : "ça fait 5 ans que ça existe dans le domaine de la cardiologie. Un Forbachois qui fait un infarctus du myocarde peut être pris en charge dans les 15 minutes qui suivent à Völklingen, en Allemagne. S'il devait se rendre à Metz, cela prendrait minimum 45 minutes. On a augmenté notre taux de survie à 93% dans cette discipline. Et ceci va être étendu à la neurochirurgie, à la médecine nucléaire, à la réadaptation fonctionnelle et aux soins de suite."

Le traité d'Aix-la-Chapelle a suscité de nombreuses critiques avant même sa signature, certains évoquant le fait que l'Alsace et la Moselle étaient "vendues" à l'Allemagne. Ce que conteste le député de Forbach. "Aujourd'hui, on a intérêt à ce que Français et Allemands se mettent d'accord sur un certain nombre de règles. Et il faut qu'elles aillent vers le plus haut standard. La différence de législation rend difficile la vie des frontaliers, et c'est ces problèmes-là qu'on veut résoudre."

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France Bleu - 22/01/2019

Mise en ligne le 01/02/2019

Mehr Lust auf Europa

Im neuen Elysée-Vertrag soll erstmals die deutsch-französische Zusammenarbeit in der Grenzregion erleichtert werden. Christophe Arend ist Mitglied der Arbeitsgruppe und Abgeordneter der Pariser National­versammlung. Laut ihm soll vor allem die Bürokratie entschlackt werden.

Die Fliehkräfte in Europa sind groß. Nun sollen der deutsch-französischen Zusammenarbeit als Motor in Europa neue Flügel verliehen werden. Läuft alles planmäßig, wird am 22. Januar der überarbeitete Freundschaftsvertrag zwischen Deutschland und Frankreich, eine Art Elysée 2.0, von den Regierungen in Berlin und Paris unterzeichnet. Die Ratifizierung durch die französische Nationalversammlung und den Bundestag dürfte nur Formsache sein. Auf rund acht Seiten beabsichtigen die beiden Partner die Freundschaft im Sinne Europas weiter zu vertiefen und gemeinsame Projekte noch stärker voranzubringen. Ganz neu ist nach 56 Jahren das zweite Dokument im überarbeiteten Elysée-Vertrag. Die deutsch-französischen Grenzregionen sollen bei der Ausgestaltung der Zusammenarbeit zwischen beiden Nationen ein gehöriges Mitspracherecht erhalten. Ob dieses Dokument im Januar schon unterschriftsreif ist oder ob es nachgereicht wird, steht noch in den Sternen. Daran gearbeitet wird derzeit mit Hochdruck auf beiden Seiten.

Warum Elysée 2.0 der deutsch-französischen Zusammenarbeit und vor allem auch Europa mehr Nachdruck verleihen kann, darüber sprach FORUM mit Dr. Christophe Arend aus Petite Rosselle. Der zuvor als Zahnarzt tätige Arend ist seit 2017 Abgeordneter der französischen Nationalversammlung aus dem Wahlkreis Moselle und Präsident der Freundschaftsgruppe Frankreich-Deutschland. Er gehört der Partei La République en Marche (LREM) an. Seine politische Laufbahn startete er als Mitglied des Stadtrats in Forbach 2014.

Monsieur Arend, warum brauchen wir eigentlich einen neuen Freundschaftsvertrag?

Der Vertrag beschreibt eine Vision, wie die Zusammenarbeit beider Nationen in den nächsten 50 bis 60 Jahren aussehen soll. Was dort steht, bestimmen die beiden nationalen Regierungen. Seit 1963 war es also an der Zeit, neue Gegebenheiten mit einzuarbeiten. Entscheidend wird aber das zweite Dokument im Elysées 2.0 sein. Dort werden erstmalig grenzüberschreitende Aspekte konkret definiert, die die Zusammenarbeit in den deutsch-französischen Grenzregionen im Alltag erleichtern. Es geht beispielsweise um so wichtige Themen wie Mobilität, Bildung inklusive Zweisprachigkeit, nachhaltige Entwicklung, Wirtschaftsrecht und Arbeitsmarkt. Das sind Bereiche und Themengebiete, die die Menschen in den Grenzräumen jeden Tag aufs Neue erleben. Hier können wir Europa erlebbarer machen, sodass am Ende des Tages die Bürger von den Vorteilen Europas überzeugt sind. Anders ausgedrückt heißt das, den Bürgern mehr Lust auf Europa zu machen. Daran müssen wir alle jeden Tag aufs Neue arbeiten.

Dann müssen Sie aber noch viel Überzeugungsarbeit leisten, denn die Stimmung pro Europa ist nicht gerade zum Besten bestellt.

Leider haben Sie Recht, Europa gilt als Sündenbock, wenn etwas schiefläuft. Steigen die Lebensmittelpreise, ist Europa schuld. Sind die Straßen kaputt, ist Europa schuld. Geht die Arbeitslosigkeit nach oben, ist Europa schuld. Das Europa-Bashing muss aufhören. Wir als Politiker müssen im Gespräch mit den Bürgerinnen und Bürgern besser aufklären und stärker die Vorteile betonen. Wir sollten das Feld nicht tatenlos den Populisten und Europaskeptikern überlassen insbesondere im Hinblick auf die Europawahlen. Und wo geht das besser als in unserer Grenzregion zwischen dem Saarland, Lothringen und Luxemburg?

Das Saarland und Lothringen können aber doch keine Außen­politik machen.

Die übergreifenden Themen wie eine gemeinsame Außenpolitik oder Verteidigung sind damit auch nicht gemeint. Aber die Menschen in den Grenzräumen haben konkrete Anliegen. So gibt es zum Beispiel in Deutschland ein Jahr lang Arbeitslosengeld, in Frankreich zwei. Administrative Hürden gibt es beim Arbeitsrecht. In der Berufsausbildung könnte vieles weiter verbessert werden. Wir haben als deutsche und französische Parlamentarier deshalb ein Positionspapier erarbeitet, das künftig die Bedeutung der Grenzregionen mit diesen konkreten Fragestellungen stärker berücksichtigt. Genauer gesagt geht es um die Eurodistrikte, also Zweckverbände. Das sind zwischen Deutschland und Frankreich in erster Linie Saar-Moselle, Straßburg-Ortenau und Pamina mit den Teilräumen Südpfalz, Baden und Elsass. Diese Eurodistrikte sollen die grenzüberschreitende Zusammenarbeit insbesondere zwischen den Kommunen weiter verbessern und erweitern, eine Art Experimentierfeld zwischen Deutschen und Franzosen. So könnten bei Saar-Moselle auch weitere Kommunen hinzukommen.

Deutsch-französischer Motor für Europa – was sagen die anderen Europäer?

Franzosen und Deutsche haben kein Monopol für die europäische Zusammenarbeit. Aber wir können als Modell für andere Grenzregionen in Europa fungieren. Immerhin leben in europäischen Grenzregionen über 30 Prozent der Bevölkerung. Wenn wir alle bürokratischen Hemmnisse beseitigen würden, läge das Bruttoinlandsprodukt nach Berechnungen von Fachleuten der EU in beiden Ländern um rund acht Prozent höher. Schon 20 Prozent Erleichterung brächten eine Erhöhung von rund zwei Prozent.

Hört sich gut an, aber politisch gesehen ist man sich ja noch nicht einmal in Grand Est einig. Wie empfinden Sie das Vorpreschen des Elsass in der grenzüber­schreitenden Zusammenarbeit mit Deutschland?

Darüber waren wir in Lothringen nicht „amused", wie das Elsass mit einem Vertrag einfach vorgeprescht ist. Die Reihenfolge stimmt nicht. Erst sollte der Elysée-Vertrag 2.0 unterschrieben und ratifiziert werden, dann erst können die Regionen folgen. Außerdem sollte es um die Weiterentwicklung Europas gehen und nicht um Passagen wie „der Wunsch des Elsass ist es, …". Das Elsass hat kein Monopol auf die deutsch-französische Zusammenarbeit, zumal wir auf diesem Gebiet in Lothringen und dem Saarland im Umgang miteinander sehr viel praktische Erfahrung haben. Das habe ich den entsprechenden Personen, auch unserem Staatspräsidenten Emanuel Macron, im Übrigen so mitgeteilt.

Welche Impulse erwarten Sie vom Saarland, das im kommenden Jahr den Vorsitz in der Großregion übernimmt?

Wir sollten zuallererst den Namen Großregion – auf Französisch Grande Région – ändern. Paris versteht nämlich unter Grande Région immer Grand Est und kann das Vorgehen des Elsass gar nicht richtig nachvollziehen. Ich gehe davon aus, dass unter dem Vorsitz des Saarlandes einiges zugunsten Europas vorangebracht werden kann. Die deutsch-französische Zusammenarbeit und Europa sind für das Saarland und Lothringen einfach viel zu wichtig.

Wer wacht eigentlich über die Einhaltung des Freundschaftsvertrags?

Es wird künftig eine deutsch-französische Versammlung – eine assemblée franco-allemande – geben. Je 50 Abgeordnete aus beiden Ländern sind proportional zu den Parteien in dieser Versammlung vertreten. Sie wacht über die Umsetzung des so wichtigen zweiten Dokuments von Elysée 2.0 und soll die Weiterentwicklung der deutsch-französischen Freundschaft vorantreiben. Sie wird drei- bis viermal pro Jahr tagen; die Vorsitzenden sind die jeweiligen Präsidenten des Bundestags und der Nationalversammlung.

Text und Interview: Armin Neidhardt

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FORUM das Wochenmagazin - 18/01/2019

Mise en ligne le 01/02/2019